Budapeste

Budapeste Ao concluir a autobiografia romanceada O gin grafo a pedido de um bizarro executivo alem o que fez carreira no Rio de Janeiro Jos Costa um ghost writer de talento fora do comum se v diante de um

  • Title: Budapeste
  • Author: Chico Buarque
  • ISBN: 9788535904178
  • Page: 217
  • Format: paperback
  • Ao concluir a autobiografia romanceada O gin grafo , a pedido de um bizarro executivo alem o que fez carreira no Rio de Janeiro, Jos Costa, um ghost writer de talento fora do comum, se v diante de um impasse criativo e existencial Escriba ex mio, g nio , nas palavras do s cio, que o explora na ag ncia cultural que dividem em Copacabana, Costa, meio sem querer, de meAo concluir a autobiografia romanceada O gin grafo , a pedido de um bizarro executivo alem o que fez carreira no Rio de Janeiro, Jos Costa, um ghost writer de talento fora do comum, se v diante de um impasse criativo e existencial Escriba ex mio, g nio , nas palavras do s cio, que o explora na ag ncia cultural que dividem em Copacabana, Costa, meio sem querer, de mera escrita sob encomenda passa a praticar alta literatura Tamb m meio sem querer, vai parar em Budapeste, onde buscar a reden o no idioma h ngaro, segundo as m s l nguas, a nica l ngua que o diabo respeita.

    One thought on “Budapeste”

    1. One of Jose Costa's dogs was named John. It was a labrador that he had brought home very small. The girls were delighted with this species of big white rat with sea lion's eyes.At the time of giving a name to this labrador, Jose Costa proposes (imposes?) JOHN. In his labyrinthian spirit it was obvious: firstly, a dog is a cabot. John cabot is the anglicized name of Giovanni Caboto, a Venetian navigator of the 15th century who explored Canada on behalf of Henry VII of England. For these obvious r [...]

    2. On the recommendation of our Portuguese language editor, several of us at Global Voices have been reading Budapest ahead of our trip to the eponymous city for our annual summit. I'll confess that in spite of being a huge fan of Chico Buarque's music, I wasn't aware that he was also a novelist, and one of considerable talent. A meditation on the pleasures and pains of writing, of foreignness, of learning a foreign language and the maddening complexities of that thing called love, Budapest follows [...]

    3. What falling in love with a country, with a language can make with a man? Can he one day forget about the words which softly entered his ears lodging inside his heart? Budapest is a book precisely about this subject.Chico Buarque, one of the most notable names of Brazilian Popular Music, shows us that his brightness goes beyond music. In this book, Jose Costa, the main character, is a ghostwriter - he writes books for other people, remaining in the shadows while the proclaimed authors are recogn [...]

    4. Question: What an Italian reading the English translation of a book written in Portuguese and by a Brazilian author pretending to be the ghost writer of a German guy and dedicated to the study of the Hungarian language is up to?Answer:Writing a few impressions on "Budapest" by Chico Buarque.Composition:This novel caught me by surprise. Of course I knew that Mr Buarque has talent, being considered one of the finest interpreters of bossanova today. A man, this Chico, who gets a high consideration [...]

    5. It was Chico Buarque's first sentence; "It should be against the law to mock someone who tries his luck in a foreign language," that really sucked me in. As a language learner, I know all too well the life-sucking frustration and humiliation that comes with being mocked for your efforts. It is with this honesty and candor that "Budapest," written in prose, layers the story of a Brazillian "ghost writer," José Costa. As a "ghost writer," this native of São Paulo is employed by an agency to name [...]

    6. Una gran confusione, in due parole ecco ciò che mi ha trasmesso il libro. I temi trattati sono molteplici: per primo la tematica del doppio, che mi ha fatto pensare a Pessoa, essendo il protagonista, Joao Costa, un ghost writer brasiliano, uno scrittore che scrive romanzi di cui assume la paternità qualcun altro. Joao Costa è sposato con Vanda, che ha una gemella. Joao Costa per caso passa una notte a Budapest, a causa di uno scalo aereo forzato mentre sta tornando a casa dalla Turchia, da un [...]

    7. Este romance é sobre a busca de identidade de um homem que aprendeu a viver na sombra. A sua obsessão pela língua húngara leva-o a uma viagem vertiginosa da qual só descansamos quando (e se) ele encontrar paz.Costuma muito falar-se em page-turners, ou seja, livros que não se consegue abandonar. Budapeste é certamente um desses livros mas não pelas razões habituais, que são muitas vezes agradáveis. Não conseguimos abandonar o livro porque a partir do momento em que a vida do protagoni [...]

    8. Eu poderia, mas não vou atribuir exclusivamente meu deleite com Budapeste ao fato de eu também estar às voltas com o aprendizado de uma língua estrangeira. Na história, José Costa, um ghost-writer que escreve textos sob encomenda para qualquer circunstância, a partir de um rascunho ou uma entrevista breve com o interessado, vai parar na capital da Hungria e se vê desafiado a aprender o idioma magiar. Sei exatamente o que ele, quando em terras húngaras, quer dizer com vocabulário pobre [...]

    9. Conoscevo Chico Buarque solo come cantante, sapevo anche che era impegnato politicamente, ma nient'altro. Ora leggerò tutti i suoi libri. Il protagonista, Josè Costa, è un ghost writer che non si sente completamente integrato nella propria vita e nel proprio ambiente in una specie di "saudade" all' incontrario.È talmente nauseato dallo scrivere nella propria lingua che si lascia tentare dalle sonorità aspre dell'ungherese, lingua ascoltata per caso, e da una vita che gli risulta, in modo as [...]

    10. «Budapeste: no exacto momento em que termina, transforma-se em poesia». Foi isto que li na badana do «Leite Derramado» a propósito do Budapeste e que me deixou de expectativas tão altas. Em consequência de ter lido um livro de autor brasileiro, estou novamente escrevendo a crítica nessa língua transatlântica. Devia ser proibido debochar de quem se aventura em língua estrangeira. Como eu adoro aventuras por língua estrangeira, e conheço bem os seus triunfos e embaraços, achei sublim [...]

    11. Na música e nas palavrasUm jeito mágico e indecente*youtube/watch?v=txLPlPodemos sempre procurar "eus" em todo o lado!!!

    12. O Chico tem a manha das palavras, das encadeações, das frases bem fornidas, mas nem por isso caio de amores por ele.

    13. Lovely South-American escapism into (pause for the build up ) Hungary. If you liked this, check out Bolaño.

    14. Livro 2°/Dez//61°/2016Título: BudapesteAutor: Chico Buarque (Brasil)Editora: @companhiadasletrasPáginas: 174Minha classificação: ⭐️⭐️⭐️__________________________________________________Chico é Chico: o colosso da música popular brasileira, autor de canções clássicas como "A banda", "Olhos nos olhos" e "O meu guri", não poderia decepcionar no terreno da literatura. Meu primeiro contato com a literatura de Chico foi ao ler Estorvo (1991) no já distante ano de 1997. Embora [...]

    15. Na verdade uma releitura, coisa que raramente faço, pois há "tanto livro para ler e tão pouco tempo para o fazer""Permaneci imóvel, deixando-a pensar o que quisesse, e esperei que me cuspisse na boca e me arranhasse a cara, depois me enfiasse aquelas unhas nos olhos e os arrancasse das órbitas, eu tudo suportaria. Kriska porém não ergueu as mãos, preferiu não me tocar. Respirou fundo, abriu a boca para falar alguma coisa, e senti que, com uma só palavra Krika me cobriria de vergonha, m [...]

    16. Not Quite LiteratureBy the Brazilian superstar ('composer and musician, highly praised poet, playwright, and novelist'). It is sharply and efficiently executed, and closely mimics good literature. In a number of places it is clear that Buarque has thought about the problems of translation, the ways literary novels are constructed, the kinds of plots that international fiction might have, the speed they need, the flash of images, the hints of depth. On some pages, in some strong images, with some [...]

    17. Um romance muito bom. A linguagem como objecto de uma história. Muitas vezes fez-me lembrar "Lost in Translation". A incomodidade dos lapsos de linguagem, dos encontros e desencontros da língua, como parte integrante da relação.Muito bom!

    18. Chico escreveu Budapeste antes de ir a Budapeste pela primeira vez. Inventou lugares que depois percebeu serem reais. A magia da boa literatura

    19. Estou me perdendo nesta leituraando cada palavra, frase na verdade, não consegui ler os outros livros do ChicoBudapeste é o que mais me atraiu.

    20. Li todo numa sentada, mas até hoje não sei bem o que entendi dele. Acho que preciso pensar mais. Por uns 10 anos, quem sabe.

    21. Not unlike Hesse's Steppenwolf or some of Murakami's early works, Budapest begins in an unassuming though intriguing way and, subtly and hardly noticeably, progresses into confusion, otherworldliness and delirium. A baffling short novel of language and identity. Disorienting, exhilerating and terrifying!

    22. Escrevi esta resenha como tarefa para meu curso de português que terminei no mês de julho.Resenha: “Budapeste” de Chico Buarque“Devia ser proibido debochar de quem se aventura em língua estrangeira”.Assim começa Budapeste, o excelente livro de Chico Buarque que mantém uma tensão constante entre a vida real do protagonista e as histórias por ele contadas.José Costa, um ghost writer para quem a vida própria dele não é suficiente, escreve a vida dos outros. Assim, aparece na cena [...]

    23. This is an easy, intelligent story, written in the first person. It’s only 183 pages long, printed in a reasonably large font, so probably more of a novella than a novel. Anyway, it didn’t outstay its welcome. Any longer, and it might have done.The narrator is a ghost-writer. On his way back from a conference in Istanbul, he’s forced to make a stop-off in Budapest. After wards, he goes back to Brazil, and we learn of his relationship with Vanda, whom he marries, and with whom he has a son. [...]

    24. José Costa é um ghost-writer, alguém que escreve um texto (um artigo de jornal, um livro, um discurso, um trabalho académico, etc.) que depois vai ser assinado por outra pessoa. O fascínio de José por Budapeste e pelo magiar começa quando é forçado a fazer uma escala na cidade no regresso de um congresso de ghost-writers na Turquia. E é esse mesmo fascínio que o leva a viver uma louca vida dupla, ora no Rio de Janeiro com Vanda e o filho Joaquim, ora em Budapeste com Kriska e o filho [...]

    25. José Costa é um escritor anónimo pago para produzir artigos de jornal, discursos políticos, cartas de amor, monografias e autobiografias romanceadas que outros assinam. Um dia, regressado de um congresso anónimo de escritores anónimos em Istambul, é obrigado a fazer uma escala forçada em Budapeste. Fascinado pela língua magiar, José Costa retorna à capital húngara, passando a ser Zsoze Kósta, e tornando-se amante de Kriska, a sua professora. A obsessão de dominar completamente o no [...]

    26. Peguei o livro não tanto pelo nome do autor (ou pelo sobrenome), mas mais pelo título e pela Budapest em tom pastel das utcas antigas e das pontes. O estranhamento ao húngaro, de que tenho saudades, "Zsoze Kósta" superou através de uma obsessão antropológica pela linguagem."Devia ser proibido debochar de quem se aventura em língua estrangeira". A conexão em Budapest do vôo de retorno ao Rio de Janeiro aguçou no escritor anônimo José Costa a inquietação de entender e representar o [...]

    27. Gostei em "Budapeste", depois de lhe tomar o sabor, das palavras e da escrita em português do Brasil. Num estilo musical, quase cantado e transmitido em jeito de libertação, o livro só peca pelos saltos, por vezes bruscos (no meu entender) que o autor dá na história de José Costa e da vida dupla que a dada altura este cria entre o Rio de Janeiro e Budapeste, onde o esperam duas mulheres Vanda e Kriska respectivamente. Interessante é também o amor e a dificuldade que a personagem sente n [...]

    28. Hmm, how do I describe this book? I decided that I would take on the challenge of reading the World Cup of Literature presented by Three Percent, because I love soccer, I love books and hey, why not? This was book number one hailing from Brazil. It is short, I'd even call it a novella and the translation loses nothing. The issue at hand is the book is about nothing really and the narrator is a total d-bag. I take this quote from Pseudo-intellectual reviews: "pseudointellectualreviews.word"Costa [...]

    29. Muito bem escrito, com um estilo cheio de melodia gostoso de ler. A história é interessante: as idas e vindas do José Costa entre o Rio de Janeiro e Budapeste, o estranhamento do contato inicial com a língua húngara, o processo de aprendizado. Todo leitor tem uma bagagem, no meu caso minha própria história de adaptação à cultura de outro país. Essa vivência influenciou minha leitura e senti que faltou muita coisa a ser explorada - principalmente quanto à mudança de visão de mundo [...]

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